Os hidrolisados de proteína e diversos
outros compostos azotados têm vindo a
ter uma presença crescente na alimentação
humana e nas rações para animais,
bem como em produtos para a nutrição
das plantas. As versões comerciais mais
comuns destinadas à nutrição vegetal
surgem como produtos ricos em aminoácidos
livres e péptidos, e são sobretudo
recomendados para aplicação foliar,
embora alguns sejam também recomendados
para fertirrega, hidroponia e peletização
de sementes. A gama presente
no mercado é extensa e de composição
por vezes muito complexa, uma vez que
os produtos comerciais contendo aminoácidos
resultam frequentemente de
misturas de hidrolisados de proteína
com extratos de algas e micronutrientes.
Destes produtos espera-se sobretudo
um efeito “bioestimulante nas plantas”,
com múltiplos benefícios potenciais para
os processos fisiológicos, que possam
conduzir a aumentos de produtividade
e/ou qualidade dos produtos agrícolas.